quarta-feira, 8 de abril de 2009

Mais do que um mero telespectador


Tenho um sério distúbio psicológico: eu me apego a reality shows. De todo tipo. Desde aquele que prendem uma porção de gente numa casa, até aqueles de escolher o melhor cantor, passando por um que me emociona invariavelmente: aquele americano que eles derrubam a casa de uma família em estado de desgraça profunda e constróem uma mansão no lugar.

Hoje, dia da final de um dos programas de TV que mais mexem com a minha rotina, resolvi desabafar sobre tal problema.

Só pra citar um exemplo, vou falar do que acontece quando assisto à tal casa mais vigiada do país. Os sintomas são bastante claros. Semanas antes de tudo começar, eu já me pego acessando sites de fofoca, blogs especializados, comunidades virtuais e assistindo a programas vespertinos de gosto extremamente duvidoso. Tudo em busca de informações em primeira mão. Quando o reality entra no ar, aí as coisas descambam de vez. Meses dando F5 nas páginas citadas, votando no site da atração e reclamando.

Só não digo que é caso de internação, pois não deixo que um programa de televisão prejudique minha "agitadíssima" vida social. Se bem que hoje, dia da final, entre 22h e 0h, não teria saído de casa nem por decreto do rei de Passárgada, meu amigo.

O mais engraçado é eu ficar com raiva do diretor, chingando a família dele, botando a mãe no meio. Ladrão, manipulador, cara-de-pau, só pra citar os bem leves.

Uma coisa eu já percebi. Não me apego tanto ao programa em si. Me apego às pessoas que dele participam. Me apego à rotina que ele me proporciona. É legal, gera assunto. Principalmente quando você descobre quais pessoas do seu convívio também são viciadas. Passatempo divertido. Não sei bem explicar. O caso é que se apegar carrega outro problema.

Você começa a torcer fervorosamente, fazer campanha, se engajar na causa. Quando vê, já tá dando pulinhos no sofá e risadas nervosas psicopáticas.

Sabe o que é pior? Sempre termina do mesmo jeito. Nunca ganha a pessoa pra qual estive torcendo. Hoje isso quase não aconteceu. Mas 0,24% dos votos separaram esse que vos escreve de um momento pequeno de satisfação.

E por que, então, eu continuo assistindo isso tudo? Porque eu sou besta, Brasil. É muita emoção, Brasil!

*Post dedicado à Pri, que não ganhou o BBB, mas me ganhou pra torcida.

5 comentários:

lari disse...

Eu ainda estou arrasada.
Vou levar uns dias pra aceitar a derrota da nossa Pri!

Mas bola pra frente...
Fim do BBB, é sinônimo de começo do Aprendiz!
ahahahaha

Tamo junto e tamo de olho, sempre!

BeijomechamapraverBBBcomvc!

Lois Lane disse...

Tem problema não. Ela parece ser bem esperta e logo ganha esse milhão perdido posando nua e aparecendo em festas por aí. Aliás, vários segundos lugares deram-se melhor do que os primeiros né? Onde está Jean? Quem é Domini?
Ow, poucas mulheres ganharam o BBB né? Bem, é isso!
Bjoaté!

Juliane Soska disse...

meo, isso é paranóia.

pronto, falei.
hahaha

mas nada contra.
só fiquei meio puta com a minha irmã mesmo. rsrs

bjometwitta

.::Li Hormigo::. disse...

Adorei que o Max ganhou e não a Prianha!! hahahaha
Adooro mais ainda reality shows! =)
Bjosrumoaobbb10

Patricia Perez disse...

Oi Elmo, Tudo bem?

Meu nome é Patricia Perez, estou trabalhando na divulgação do 5º Concurso Universitário de Jornalismo CNN. Acredito que isso possa ser interessante para você e para os leitores do Cansei de falar bem.

As inscrições começaram no dia 24 de março e podem ser feitas até dia 29 de junho de 2009. O tema deste ano é “O uso da tecnologia no desenvolvimento social'.

A novidade de 2009 é que o estudante poderá enviar o vídeo de até 2 minutos pelo YouTube, sendo que ele poderá produzir quantas matérias quiser. O concurso é válido somente para estudantes de jornalismo.O ganhador conhecerá os estúdios da CNN International, além de ter sua matéria exibida pelo canal.

As inscrições podem ser feitas no site:

www.concursocnn.com.br

Acompanhe ainda as novidades no Blog:

http://www.concursocnn.com.br/2009/blog/

e fique à vontade para esclarecer quaisquer dúvidas comigo,

por este email ou pelo telefone: (11) 3711-8131

Obrigada pela atenção.

Patricia Perez

patricia@ichimps.com.br